Assassin’s Creed – Renascença

Por Júnior Nascimento Eu juro, juro mesmo. Sério, estou aqui de pés juntos da forma mais cristã possível, jurando para vocês que o meu objetivo era dar uma indicação positiva de um romance histórico para vocês. Eu sou simplesmente fascinado por romances históricos bem desenvolvidos, principalmente quando envolve “distorções” interessantes da História real. Some a isso a inclusão de sociedades secretas, uma guilda de assassinos … Continuar lendo Assassin’s Creed – Renascença

O Beco Indica #15

Uma newsletter quinzenal com dez dicas da casa

O verão traz muitas peculiaridades. As manhãs quentes que se transformam em tardes chuvosas. O clima de férias que frequenta as ruas com diversos ruídos juvenis, escapando pelas frestas dos portões. O trânsito que fica um pouco mais fluido, mas só um pouco, ainda tem muito carro por aí a ocupar os espaços. E nesse tipo de ambiente que Janeiro vem devagar, como se não tivesse pressa. O tempo, tão precioso, está aí para ser tomado com o vigor da juventude, ávida por se informar. Buscando ideia para se preencher esse espaço, encontramos num dos textos mais acessados do site uma dica interessante: 10 livros para se ler em um dia. E por que não revisitar esta ideia com mais 10 outros pequenos achados da biblioteca nossa de cada dia. Seja móvel ou em papel, que sua leitura seja proveitosa.

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Brasil Mitológico

Para além de Monteiro Lobato: Uma leitura de Raízes de Vento e Sangue de Lauro Kociuba

Não sou muito ligada a livros de fantasia fantástica brasileiros. Muito, porque fui condicionada a interagir mais com as mitologias estrangeiras (quem não foi?). São milhares de vertentes que descrevem épocas, costumes e, por que não, interações sociais de povos muito muito distantes daqui como, por exemplo, os escandinavos, chineses, mongóis, japoneses, germânicos e por aí vai. Em que estante habita a identidade cultural brasileira? Continuar lendo “Brasil Mitológico”

Oralidade em “Luuanda”: Uma análise da obra de José Luandino Vieira

luuandaMeu objetivo é analisar a obra Luuanda, de José Luandino Vieira, observando os traços de oralidade presentes nos contos. Esses traços serão observados levando em conta especialmente dois aspectos: a posição e o estilo do narrador em relação à tradição oral angolana da contação de histórias, e a estrutura do texto, tais como as construções frasais, sintáticas e do léxico. Antes, porém de fazer essa análise, será necessário falar rapidamente sobre a obra em questão, seu autor e o contexto em que ele a escreveu. José Luandino Vieira nasceu em Portugal, mas mudou-se ainda bebê para Angola. O autor considera-se angolano, ele mesmo disse: “se me perguntarem: ‘és angolano?’, eu tenho uma base cultural para responder a isso, e não apenas um passaporte.” Dessa forma, Luandino, assim como os demais angolanos, não aceita a condição de colonizador e passa a lutar pela libertação de seu país. Luandino é preso, e na cadeia, ele escreve Luuanda, publicado em 1964. Continuar lendo “Oralidade em “Luuanda”: Uma análise da obra de José Luandino Vieira”

O Iluminado

O meu interesse em ler essa obra começou por dois motivos: 1 – Nunca havia lido nada do Stephen King e há muito queria conhecer; 2 – Sempre dou muita risada no episódio de Friends em que o Joey coloca o livro no congelador por ter medo. E aconteceu que esse episódio de Friends calhou de passar em julho e pronto, peguei o livro para … Continuar lendo O Iluminado