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Uma Nota Errada

E voltamos com as aventuras de Amy e seu irmão Dan em busca das 39 pistas para encontrar o maior segredo de toda a humanidade. Apesar de muitas adversidades, os irmãos encontram a 2ª pista e vão para Viena, terra onde viveu Mozart (também um Cahil), mas os Holt (um dos grupos que estão atrás das pistas) conseguem encontra-los mas não conseguem roubar a pista já que Saladin ( o gato de Grace) a destroi, por sorte Dan possui memória fotográfica e passou muito tempo analizando a pista que era uma partitura de uma música. Após uma breve pesquisa na internet os irmãos descobrem que existe diferenças entre as versões. E essa é a próxima pista.

Os irmãos seguem para Salzburgo, local onde Mozart nasceu, e lá encontram com Alistair Oh (Que também está a procura das pistas) e resolvem segui-lo e são vitimas de um atentado quase fatal. Após Nelly encontrar um rastreador em Saladin os irmãos resolvem colocá-lo na bengala de Alistair, quando fazem isso encontram escondida em um compartimento secreto a próxima pista, um cartaz antigo anunciando uma apresentação de Mozart em Veneza. Continuar lendo “Uma Nota Errada”

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A História de Júlia e sua Sombra de Menino

A história de Júlia e sua sombra de menino conta a trajetória de uma garota que, de tanto ouvir seus pais dizerem que tinha jeito de menino e que se comportava como tal, um dia percebe que sua sombra se transformara, ficando com o formato de um menino.

O julgamento, que começa em casa, vira um fardo para Júlia. Triste e sem entender muito bem o que acontece consigo mesma, a garota passa a questionar sua própria identidade e a se perguntar se é preciso mudar seu jeito para se livrar do estigma e ser aceita por todos.

Escrito em versos e com argumentos sensíveis, este livro propõe ao jovem leitor uma reflexão sobre as diferenças, o preconceito e a importância do respeito entre as pessoas. O volume tem capa dura e acabamento diferenciado.

A história de Júlia e sua sombra de menino foi publicado pela primeira vez em 1976, na França, pela editora Le Sourire qui mord. Depois de ser reimpresso muitas vezes e traduzido para diversos idiomas, o livro ficou mais de uma década sem uma nova edição, pois os originais se perderam e os filmes de impressão se deterioraram. Graças às novas tecnologias, no entanto, os obstáculos deixaram de existir e o livro pôde voltar a ser editado.

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Brasil Mitológico

Para além de Monteiro Lobato: Uma leitura de Raízes de Vento e Sangue de Lauro Kociuba

Não sou muito ligada a livros de fantasia fantástica brasileiros. Muito, porque fui condicionada a interagir mais com as mitologias estrangeiras (quem não foi?). São milhares de vertentes que descrevem épocas, costumes e, por que não, interações sociais de povos muito muito distantes daqui como, por exemplo, os escandinavos, chineses, mongóis, japoneses, germânicos e por aí vai. Em que estante habita a identidade cultural brasileira? Continuar lendo “Brasil Mitológico”