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Museu Peterhof: Palácios, Parques e Estátuas Douradas

Peterhof reúne palácios e jardins belíssimos referentes à cultura russa. Saiba como ele foi construído e porque é conhecido como “Versalhes russo”.

 

O Museu Peterhof é um conjunto de parques e palácios, além de 32 museus, situados em uma cidade de mesmo nome próxima a São Petersburgo, na Rússia. O significado de “Peterhof” vem do alemão, “corte de Pedro”, já que os palácios eram habitação do fundador da cidade de Peterhof, Pedro, O Grande. 

Passados dois anos da construção de São Petersburgo, o Czar Pedro já intencionava a construção de Peterhof. As construções foram erguidas em 1714 e concluídas 11 anos depois. Pedro pensava em lugar para descansar das viagens, por isso Peterhof começou a ser edificada com os esboços do monarca e logo se tornou seu Palácio de Verão.

Alguns anos depois, Isabel da Rússia, filha de Pedro, se instalou no Peterhof e convocou um arquiteto para continuar modificando as estruturas do lugar. Por fim, no contexto do nazismo, as tropas alemães invadiram e destruíram quase tudo. Logo que o terror passou, empregaram muitos esforços para poder restaurar Peterhof.

 

O complexo Peterhof

O Grande Palácio

Fica no centro de Peterhof e era a residência de verão dos czares, por isso é o maior palácio do complexo. Nele você encontra o Salão de Chesma, que contém 12 pinturas da Batalha de Chesma (guerra entre a Rússia e a Turquia). 

Monplaisir

Foi o primeiro palácio a ser construído, dos desenhos de Pedro, e onde ele fazia festas e banquetes. A partir desse pavilhão, o arquiteto francês Le Blond foi projetando o que se tornaria o Museu Peterhof.

Hermitage

Um pequeno palácio onde o imperador se reunia com os amigos mais próximos, para reuniões privadas. Fica perto do mar, já que o Museu fica no Golfo da Finlândia, no Mar Báltico, ótimo lugar para detectar invasões.

A Grande Cascata e Fonte de Sansão

É o maior cartão postal de Peterhof. A fonte, com uma escultura de Sansão lutando com um leão, é ligada a um canal que desemboca diretamente no Mar Báltico.

Jardins superiores e inferiores

São áreas arbóreas com fontes sofisticadas como o “Sol”, que é um disco que irradia jatos de água, que giram em seu próprio eixo, como se fossem raios de sol. Em Peterhof, as fontes consomem 1100 litros de água por segundo. Ali próximo, também se encontra o Palácio de Nicolau I, que só fica aberto uma vez por ano, em julho.

Os jardins inferiores também contam com muitas fontes, mas não são geométricas e é lá onde ficam as esculturas douradas e outras mais curiosas.

Museu de colecionadores de arte

Aberto em 2002, reúne presentes recebidos dos principais colecionadores de Leningrado. São 80 telas de Burliuk, Nesterov, entre outros.

Casa dos jogos de cartas

É um dos museus mais recentes, aberto em 2018 e é sobre jogos de cartas e seus papeis na humanidade. Do tipo “museu espetáculo”, conta com mais de 10 mil itens: cartas do século XVII, orientais, persas, etc.

Museu da construção de fontes

Dedicado às fontes de Peterhof, com extensa utilização de audiovisual para falar do sistema de abastecimento de água do complexo.

Visitando a versão russa de Versalhes

Peterhof funciona de segunda a sexta-feira das 10 às 17h. Os ingressos não são muito baratos, já que é um para cada palácio ou parque. Normalmente, eles custam de 200 a 400 rublos. A cidade é bem pequena, não é necessário se hospedar lá e dentro do complexo há quiosques para lanches.

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Colaborador Beco das Palavras
Os textos publicados aqui são produzidos pelo colaborador que assina cada artigo, sob supervisão e revisão de Luciana Assunção.

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