Publicado em O Beco Indica

O Beco indica #1

Toda semana, dez indicações de links para enriquecer sua timeline

Não são só resenha se encontra no Beco. Toda semana, vamos trazer para você links que pinçamos por aí de todos os tipos e tamanhos. Tem novos autores, newsletters, textos que clicamos em diversos blogues e sites, fotografia, quadrinhos e tudo mais que somar para sua semana tenha novos conteúdos.

#1

Pra quem é de Curitiba ou quer conhecer a cidade, Nilo Biazzetto Neto, idealizador da Escola Portfólio irá promover o 4º Mini Festival de Artes… Duvida? dias 10 e 11 de junho. A ação é 100% colaborativa, realizada com o patrocínio do público por meio de doações. São oficinas, bate-papo, arte circense, exposição fotográfica, shows, exposição de filmes e muito mais tudo de graça. O evento é petfriendly e incentiva a ida de bike, com estacionamento de bicicletas. Essa semana falaremos mais desse grande momento em nossa coluna semanal de Fotografia que vai pra tela aqui do Beco toda quarta sobre a visão deste universo fantástico da arte do registro.

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Eaê… Duvida?

#2

Eu ainda uso e-mail. Acho que vou fazer uma camiseta com este slogan. Então, mesmo com outras possibilidades de acessar feeds de newsletter, ainda prefiro o bom e velho canal de correspondência eletrônica. Há alguns anos, por causa de amigos em comum, conheci o site da escritora e ilustradora Aline Valek e me inscrevi em sua newsletter. Há época, acompanhava a Bobagens Imperdíveis, sempre enviada nos sábados pela manhã e que agora virou um zine mensal e pode ser adquirido aqui. Existe todo um trabalho dedicado da autora na preparação do material. Nele, aborda temas diversos, processo criativo da escrita e, claro, sempre recheados de referências do cinema, da música e da literatura. Ao final, rola uma listinha de links que são mais que imprescindíveis para manter a leitura da semana equilibrada e sã. Atualmente Aline distribui o Uma Newsletter que já está na indo para a #6 edição. Clica aqui e seja feliz também.

#3

Esse negócio de sair de link em link, compartilhamento em compartilhamento, caí no texto que está no medium O meu tesão não habita a superficialidade que fala muito sobre ruptoras, madurecimento e como se enxergar como mulher aos 30. Ele, inclusive, cita um livro de autora brasiliense, a querida Patricia Colmenero, Porque até a morte terei fome que comprei no lançamento há uns anos e sempre me acompanha.

#4

E por falar em encontro de links, Daniel Lameira que é editor na Intrínseca, publicou essa semana um texto sobre um dos meus autores ainda vivos mais amados do coração (amém!), Neil Gaiman. O texto chamado Por onde e por que ler Neil Gaiman? é uma introdução aos novos adeptos da leitura fantástica do inglês muito conhecido pela sua graphic novel Sandman, Stardust, Filhos de Anansi, Lugar Nenhum e o fantástico Deuses Americanos.

#5

E por falar em Gaiman, nem preciso dizer que estamos em polvo rosa para o 4º episódio de Deuses Americanos, adaptação para a TV do livro homônimo publicado em 2001 e considerado por muitos a melhor obra do autor. Neil é produtor executivo da série produzida pela Starz e vem, desde o final de 2015, publicando informações em seus canais nas redes sociais sobre o seriado, desde casting até sobre desenvolvimento da história. Disponível no Brasil toda segunda apenas pelo serviço de streaming Amazon Prime, American Gods não só é fiel, como também complementa o livro. Eu recomendaria ler primeiro antes de ir pro seriado, mas quem decide é você.

#6

Não sei se 100%, mas boa parte dos canais que falam sobre cultura geek no BR bebem da fonte do ComicBook. O site é revolucionário quando se trata de diversificar a comunicação de produtos nerd/geeks no mundo. A maioria das notícias que chegam nos portais deste lado do mundo dois, tres dias de atraso, passam por lá antes. Quer beber da fonte (que inclusive, costuma citar de onde vem a informação), basta acessar o facebook deles. As lives deles são hilárias e os comentários sempre ácidos. Confira também o canal deles no youtube:

#7

Uma das notícias que vi primeiro no ComicBook foi essa história do Tom Hardy ser indicado para fazer o Venon num próximo Homem-Aranha. Lógico que adorei a ideia, afinal acompanho todo e qualquer trabalho do ator que é extremamente versátil em suas escolhas. E já tem fã arte do ator meio simbiótico disponível por aí. E quem não quer ser super-herói ou vilão de um filme de quadrinhos hoje em dia, não é mesmo. O Charlie Hunnan (Sons of Anarchy) durante a premier de King Arthur foi questionado sobre ser o próximo Hal Jordan no reboot do Lanterna Verde para o Universo Estendido da DC (DCEU) e desconversou, mas quando questionado pelo Omelete para ser o Arqueiro Verde, seus olhos brilharam. Outro grande pedido de fã, a atriz canadense Katheryn Winnick, interprete de Laguertha no seriado Vikings, desde o final do ano passado vem publicando no twitter vários pedidos para ser a escolhida para interpretar a Canário Negro. Quem sabe.

#8

Mudando um pouco o foco, esta semana pude ler uma das reportagens mais comoventes e ao mesmo tempo dura, repleta de paradigmas que foram sendo desmontados ao longo do tempo. Alex Tizon conta a história da escrava de sua família, a Lola. Estamos falando de uma família filipina que foi para os Estados Unidos na década de 60 e levou consigo uma escrava. Lola tinha 18 anos quando foi abordada pelo avô de Alex, Tom, para ser uma helper em sua casa. O termo filipino já mudou de sentido ao longo dos anos, mas antigamente remetia ao trabalho escravo, onde a pessoa recebia moradia e estadia em troca de suas atividades domésticas e de fazenda. Alex, que foi criado por Lola, já que seus pais estavam o tempo todo trabalhando para o sustento da casa, só se deu conta aos 12 anos da condição sub-humana em que ela se encontrava. Ao final da vida, lhe proporcionou um pouco de qualidade aos seus dias, mas mesmo assim, não muda o fato dela ter perdido quase 60 anos em condições de escravidão.

#9

Uma história bizarra que virou seriado, é a de Gypsy Blanchard, co-autora do assassinato de sua mãe Dee Dee Blanchard. Gypsy foi vítima de Munchhausen por proximidade, ou seja, foi convencida por Dee Dee que tinha uma série de doenças que proporcionou uma vida limitada por 24 anos. Desde antes de aprender a falar, sua mãe Dee Dee convenceu a todos, inclusive ao pai de Gypsy, que ela tinha atrofia nos membros, câncer, imunodeficiência, déficit de cognição dentre várias outras doenças que ela nunca foi portadora. Gypsy cresceu acreditando que era incapaz e só se libertou desta relação de abuso quando conheceu um cara pela internet (que ela usava escondido) e se convenceu que deveria matar sua mãe para poder fugir. A produção da HBO estreou dia 15 e relata por meio de entrevistas, uma vida de mentiras e abusos cometidos por Dee Dee, que vieram a tona pela primeira vez em reportagem do Buzzfeed.

#10

Desta vez, foi Marília Gabriela quem se tornou o foco da entrevista, conduzida pela TripFM essa semana. A jornalista comenta sobre a vida profissional e como é para ela ser considerada um símbolo de resistência das mulheres jornalistas pelo mundo afora. É em áudio, tá. Clica aqui e escute.

Autor:

Cerratense perdida na neblina curitibana, jornalista por falta de direcionamento de carreira e fotógrafa sem câmera.

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