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O que ficou para trás

Para os fãs de terror, aguardem, no dia 30 de outubro, mais um título original da Netflix aumentará sua lista de sucessos: desta vez, O que ficou para trás, um filme de terror envolvendo um alojamento assombrado. 

Para dirigir a obra, um diretor sem muitos grandes trabalhos em seu curriculum, porém, que demonstra profissionalismo e seriedade em sua nova realização. Além de dirigir, Remi Weekes, assina o roteiro.

O filme gira em torno de dois imigrantes que precisam viver em um alojamento assombrado, claro que, em comparação alguns filmes, casas de alojamento, não muda muito, no entanto, podemos dizer que, O que ficou para trás traz aquela característica de surpreender, algo comum nas produções originais da empresa. 

Ainda mais devido ao andamento da obra, por exemplo, o filme começa com um drama que, aos poucos, vai tomando forma e ganhando contornos bem sinistros até chegar à cenas que podem arrepiar até o espectador mais incrédulo.

Segundo a sinopse que circula disponível na Netflix (que você pode ler no final do texto): um casal acaba fugindo do Sudão do Sul que foi devastado pela guerra, ao chegar a sua nova residência em uma cidade inglesa, achando que estavam livres dos pesadelos, precisam lidar com o mal que habita o lugar.

 

Sinopse:

Um jovem casal sudanês foge da guerra para recomeçar a vida na Inglaterra, mas é atormentado por uma força sinistra que vive em sua nova casa. 

Duração: 1h33min. Gênero: terror sobrenatural

 

Apesar de ser estreante, Remi Weekes, sabe muito bem o que está fazendo e não está sozinho nessa empreitada, contanto com nomes, como: Wunmi Mosaku da série Lovecraft Country, Sopé Dirísù de Castelo de Areia e Matt Smith de Paciente Zero: A origem do Vírus, tornam este filme ainda mais intrigante e interessante.

Assinatura

Colaborador Beco das Palavras
Os textos publicados aqui são produzidos pelo colaborador que assina cada artigo, sob supervisão e revisão de Luciana Assunção.

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