Mulheres, raça e classe – Angela Davis

Abril foi um mês de grande aprendizado para mim, com a leitura de Mulheres, raça e classe, da Angela Davis. Foi o livro escolhido para meu Desafio Literário: 12 livros escritos por mulheres para 2017, aproveitando a oportunidade para começar a preencher o vazio acadêmico deixado pela minha formação em Ciências Sociais.

Como contei para vocês na publicação anterior, a escolha de Angela Davis para essa lista não foi aleatória, eu tinha (e tenho) sede de aprender um pouco mais sobre todos os temas que ela aborda e a tradução e publicação desse livro foi mesmo um presente. Mas não se desanimem pensando que esse é um livro com toda a densidade e dificuldade da linguagem acadêmica. Angela Davis nos oferece uma aula muito didática sobre racismo, feminismo e luta de classes, o que permite que qualquer pessoa que tenha esse livro em mãos entenda com facilidade seus argumentos. Continue reading “Mulheres, raça e classe – Angela Davis”

O Beco Indica #3

Toda semana, dez indicações de links para enriquecer sua timeline

Passamos a semana caçando o melhor dos links em música, artes, literatura e cinema para você começar a semana muito bem obrigado. Pega o Beco com a gente. Continue reading “O Beco Indica #3”

O fracasso social e político como consequência da depravação humana na trilogia Divergente, de Veronica Roth – Parte 2

insurgente(Atenção! Contém Spoilers!)

Na primeira parte deste artigo, apresentei um pouco o enredo da história e Tris, a personagem principal. Também escrevi a respeito de como a autora conseguiu desenhar a sociedade de sua ficção, mostrando-nos que o fracasso social e político deve-se à natureza má e caída do homem. Nesta segunda parte, pretendo dar prosseguimento às minhas considerações, analisando outros trechos da trilogia à luz do cristianismo. Se você não leu a primeira parte, poderá encontrá-la aqui. Continue reading “O fracasso social e político como consequência da depravação humana na trilogia Divergente, de Veronica Roth – Parte 2”

O olhar na adolescência

Não é mistério para ninguém que vivemos a era digital. Mesmo que em alguns casos a limitação geográfica e o poder aquisitivo impeça uma parcela da população o acesso a equipamentos rebuscados ou até mesmo a smartphones. De modo geral a popularização dos meios é um facilitador para provocar novas experiências com diferentes dispositivos. Enquanto nós, que crescemos em um mundo analógico, nos adaptamos na medida que novos lançamentos são disponibilizados no mercado, já existe toda uma geração que nasceu e aprendeu de forma orgânica a interagir com essas ferramentas de comunicação. Continue reading “O olhar na adolescência”