Ciranda de Pedra

Se alguém me perguntasse sobre o que é o livro Ciranda de Pedra, de maneira bem resumida eu diria que é um livro sobre identidade, a busca de uma pessoa em ser alguém que faça sentido no mundo contraditório em que vive e diria ainda que é impossível não se identificar com essa história.

Li Ciranda de Pedra há muitos anos, ainda era adolescente. Me lembro que na época foi um livro que me impactou, mas depois de tanto tempo, não conseguia recordar o motivo desse impacto, não conseguia sequer recordar o final do livro, foi aí que decidi fazer essa releitura. Continue reading “Ciranda de Pedra”

Desafio Literário 2017 – novembro: Lygia Fagundes Telles

Continuando a falar sobre o desafio literário de 2017 (falta pouco para acabar, em breve falarei sobre o primeiro livro lido do desafio de 2018), vamos para o livro de novembro, que foi Ciranda de Pedra, da Lygia Fagundes Telles. Como sempre, antes de contar minhas impressões da leitura, quero contar o motivo da minha escolha.

Escolhi Lygia Fagundes Telles porque pouco tempo antes de montar essa lista havia lido um livro de contos escritos por ela e a empolgação ainda não tinha passado. Continue reading “Desafio Literário 2017 – novembro: Lygia Fagundes Telles”

A Vida em Penadinho

A vida na morte pode ser paradoxal. Tudo depende do lado em que se está. Penadinho e sua turma, por exemplo, vivem plenamente sua existência na Morte e não há problema nisso. Inclusive, esta é a melhor parte, pois o tempo, um grande desafio para aqueles que respiram, não é uma prisão e eles a podem exploram por toda a eternidade. Mas, se para todo … Continue reading A Vida em Penadinho

Não sou eu uma mulher?

[…] “Não sou eu uma mulher?” – mote do discurso feito por Sojouner Truth em uma convenção de mulheres em Akron, Ohio, em 1851 – continua sendo uma das mais citadas palavras de ordem do movimento de mulheres do século XIX. Sozinha, Sojourner Truth salvou o encontro de mulheres de Akron das zombarias disruptivas promovidas por homens hostis ao evento. De todas as mulheres que … Continue reading Não sou eu uma mulher?

Para Walter

E pensar que em 1918 Walter Elias Disney era apenas um garoto de 17 anos que ainda não sabia o que poderia ser da vida. Olhar para o último século sem imaginar que toda uma indústria pudesse ser transformada e construída a partir deste nome e que em 2018 esta companhia fosse dona de um dos maiores mercados de todo um mundo era um palpite … Continue reading Para Walter