Fallen

Quando o livro foi lançado fiquei para ler, achei a capa muito bonita e tudo o mais, ate evitei ler resenhas para não descobrir nenhum Spolier, mas ao ler o livro senti que algo estava faltando, RESPOSTAS. Me senti assistindo a série Lost, aguardando o final por algumas respostas, e…

Lucinda, ou só Luce, que após estar envolvida na misteriosa morte de seu affair, vai parar em Sword & Cross, um reformatório. A unica coisa que Luce consegue lembrar do dia fatídico é das sombras, que a perseguem desde criança. Imagine uma garota que estudava em uma das melhores escolas, filha unica e popular tendo que se relacionar com todo tipo de pessoas que foram enviadas ao reformatório, com direito a somente 1 ligação semanal de 15 minutos, e tendo seus passos vigiados por câmeras.
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Retrospectiva em seriado

Não sou muito boa em fazer retrospectivas, principalmente de filmes e seriados, pois tenho o costume de rever o que eu gosto. A cada ano, mudamos um pouco a nossa visão de mundo em diferentes prismas e, revisitar aquela série favorita dos anos 90, nos faz perceber como algumas coisas são mutáveis, enquanto outras são mais “permanentes” (deve ser por isso que a Warner Chanel reprisa tanto Friends). Mas, deixemos os devaneios de lado e vamos para os doze (nada cabalístico, só achei o número bacana) mais mais que assisti em 2016. Pra facilitar, a lista é apenas de seriados que estão disponíveis em serviço de streaming. Continuar lendo “Retrospectiva em seriado”

Série The Fall e o debate feminista

the-fallTem gente que acha que assistir séries é alienação. Assim como seria alienação acompanhar futebol e novelas, no ponto de vista dessas pessoas. Sempre considerei esse ponto de vista arrogante. As séries e novelas, por exemplo, têm mais a dizer sobre nossa sociedade do que a gente imagina, são entretenimento, sim, mas também são formas de representação dos nossos costumes, valores e crenças. Também representam nossos preconceitos e tudo mais de ruim. Então é meio difícil assistir certas coisas e não se identificar, ou pelo menos não identificar questões que são tão importantes na “vida real”.

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