Capitães da Areia

Correndo o risco de parecer nostálgico, afirmo que essa é a minha resenha mais importante, por vários motivos. Capitães da Areia foi o primeiro livro que li inteiro, foi a primeira resenha que fiz, sem nem saber o que era isso e de uma forma extremamente forçada (contrariando o que parece, nunca fui um aluno fã de literatura) no auge dos meus 15 anos. Esta resenha é importante justamente por

As Esganadas

Sempre gosto de fazer a resenha de um livro assim que termino a leitura, porém isso não aconteceu desta vez por um simples motivo, ainda não consegui me decidir se gostei ou não do livro. Esse foi o segundo livro de Jô Soares que tive a oportunidade de ler, logo, apesar de sentir um certo incomodo no começo pela forma “cruel” com que o mesmo retrata as gordas (irei utilizar

O sonho de todos

Um olhar sobre o espetáculo Universo Casuo Fotos: arquivo fanpage Universo Casuo (Divulgação, Marcelo Veiga e Otávio Stadler) É como sonhar acordado. Todos os elementos estão por lá: bailarinas saltavam delicadamente do trapézio, a mágica do bambolê que percorre o corpo, em solo o acrobata que se contorce e se move com a força das mãos, a voz que suave preenche a alma, a dupla que se entrelaça quase como

Quando Tudo Começou

Enfrentar os primeiros dias numa nova escola pode ser bem desafiador, ainda mais quando se é tímida e cheia de sonhos. O bom é quando essa conversa chega à cozinha​:​ Bolo delicioso de morango: Pão de Ló: 1 xíc. (chá) de leite quente 2 xíc. (chá) de açúcar 2 xíc. (chá) de farinha de trigo 1 col. (sopa) de fermento em pó 5 ovos Recheio: 1/2 litro de leite 1

Sociedade Cruel – Porque Precisamos da obra Os Miseráveis

Enquanto, por efeito de leis e costumes, houver proscrição social, forçando a existência, em plena civilização, de verdadeiros infernos, e desvirtuando, por humana fatalidade, um destino por natureza divino; enquanto os três problemas do século – a degradação do homem pelo proletariado, a prostituição da mulher pela fome, e a atrofia da criança pela ignorância – não forem resolvidos; enquanto houver lugares onde seja possível a asfixia social; em outras

Quarto Escuro

“A gente encontra nossa cara metade uma vez nessa vida! Não importa se aos 15 ou aos 50 anos. Quando acontece é para sempre. Feliz ou infelizmente eu encontrei muito cedo. Tenho que viver com as dores e alegrias desse encontro prematuro”. Quarto Escuro ( de Cláudia Taulis) foi um dos poucos livros que me “prenderam” ao final da primeira página. Mostrando um dia na vida de uma família de classe